"Me ativarava do alto na certeza de que alguém segurava minhas mãos, não me deixando cair. Era lindo, mas eu morria de medo. Tinha medo de tudo, quase: cinema, parque de diversão, de circo, ciganos. Aquela gente encantada que chegava e seguia. Era disso que eu tinha medo. Do que não ficava prá sempre."
Às vezes penso que só eu me importo, que dou muito enquanto querem pouco. Muitas coisas na minha vida foram boas, mas todas passageiras, por que isso? Se não foi bom apenas pra mim, por que não nos esforçamos todos pra que seja pra sempre? Eu sozinha não tenho forças. Já não sei o que fazer pra manter...
Escrito por Katota Nega Velha às 15h06
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